19.4.12

preciso de ti, desses teus olhos, dessa tua boca, desse teu riso. preciso de ti e dessa tua maneira estupida e espontanea de me fazer rir com todo o meu ser. não tenho medo. não posso ter medo e viver sempre com um relógio ás costas a contar os momentos que estamos juntos. vou deitar fora o relógio, nada mais me interessa sem ser o presente. para quê pensar no futuro se não o posso viver já? para quê fazer planos se não tenho a certeza se os posso cumprir? neste momento, apenas sei que gosto de ti, nada mais. sim, não me dás segurança nenhuma porque contigo é tudo apetites, mas tambem sei uma coisa sobre ti: és sincero. e sei que, enquanto esse teu sentimento durar, tu vais aproveita-lo ao maximo. e eu vou (tentar fazer o mesmo). o máximo que pode acontecer é bater com a cabeça na parede e o trauma ser grande, nao é verdade?

4.4.12

"dizes que amas a chuva, mas abres o guarda-chuva quando chove. dizes que amas o sol, mas procuras sombra quando ele brilha. dizes que amas o vento, mas fechas a janela quando ele sopra. é por isso que tenho medo.. tu dizes que me amas"